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segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

NÃO VERÁS PAÍS COMO ESSE!


O Brasil possui 230 Povos Indígenas,
que habitam 14% do territorio nacional
e fa...lam 180 línguas.
"Não verás País como Esse!", diria o Poeta,
"mas nos deram espelhos" diria outro.
Nesse Dia Internacional da Lingua Materna,
não ouvimos nenhum silvo ou grito indígena
diante do silêncio do Poder Público Executivo, Legislativo ou Judiciário.

Estamos nós os Indígenas, mortos para eles?

Marcos Terena, Escritor Indígena e Maestro de la Catedra Indigena Itinerante (CII)

sábado, 19 de fevereiro de 2011

21 DE FEVEREIRO - DIA INTERNACIONAL DA LINGUA MATERNA


21 DE FEVEREIRO, DIA INTERNACIONAL DA LÍNGUA MATERNA


Marcos Terena (*)

A globalização é um inimigo potencial das culturas, mas pode-se reverter seu efeito negativo e aproveitar sua potencialidade em favor das línguas indígenas. Eis porque indígenas e especialistas participaram da celebração do “Día Internacional de la Lengua Materna”, ocorrido no Club de Periodistas de México. Na oportunidas os debatedores manifestaram suas considerações e nálises numa perspectiva de se garantir uma política indígena e/ou indigenista fundamentada na diversidade cultural e na alteridade dos povos centrada no efetivo direito das línguas maternas como valor de identidade nacional.

Os Deputados Federais Indígenas Mexicanos, Héctor Pedraza, Sabino Bautista, e Marcos Matías, a Promotora Cultural, Susana Harp e o Prof. José del Val Blanco, Diretor do Programa Universitario “México Nación Multicultural” da Universidade Nacional Autônoma do México - UNAM, ressaltaram que é preciso aproveitar a diversidade lingüística para empoderar os Povos Indígenas.

O Deputado Héctor Pedraza, organizador do Encontro, manifestou sua preocupação diante do risco em que se encontra 33 línguas indígenas no México e outros 21 idiomas maternos que estão em situação crítica.

Susana Harp, Promotora Cultural apontou a importancia do uso das novas tecnologías de informação e comunicação para a proteção lingüística. Ela considerou que a negação no uso da língua materna ocorreu diante do alto grau de racismo e discriminação contra os Povos Indígenas.

Já o Professor José del Val, culpou o Estado pelo risco e deterioração das línguas indígenas devido a ausência de uma sensibilidade ao reconhecimento e apoio em que se encontram, resultando um descompromisso com as sociedades originárias e um ato de abono ao etnocídio.

O objetivo é construir um México multicultural onde as línguas indígenas não sejam discriminadas mas que se dê a elas o valor que possuem para o desenvolvimento do País e dos Povos Indígenas.

O mais importante, apontaram os painelistas, durante a celebração do dia 21 de Fevereiro como “Dia Internacional da Língua Materna”, é reconhecer que as Línguas Indígenas são parte do patrimônio intangivel da humanidade.

Pedraza Olguín, outro painelista destacou a importancia dos escritores indígenas. “O despertar dos intelectuais indígenas e da escritura das suas lenguas é um dos eixos de maior relevância para o País”, destacou o legislador indígena. Com isso está sendo construido “uma nova etapa na literatura mexicana, resultando uma geração de escritores indígenas que usando sua inteligencia possibilitam hoje, aproximar o México de um rosto todavía, desconhecido”.

O também Secretário da Comissão de Assuntos Indígenas da Câmara dos Deputados, manifestou que: “O Idioma reflete a maneira de pensar de uma Pessoa, de um Povo, seus processos mentais, sua organização social, sua cosmovisão. Quando o último falante de um Idioma morre, está morto também um acúmulo de idéias, histórias do grupo social e sua comunidade”.

Ao final, todos os painelistas opinaram em comum, que a essência de uma cultura é a língua, e quando ela se perde, perde-se a riqueza da cosmovisão de todo um Povo.

Resgatar as línguas Indígenas é um Ato de Justiça, concluiram.

No Brasil, espera-se que a data não passe esquecida e que tanto o movimento indígena como os agentes públicos se mobilizem para discutir e refletir, garantindo o reconhecimento desse bem como patrimonio cultural brasileiro. Para esse fim, as Agências de Pesquisa e as Universidades podem contribuir efetivamente inserindo os pesquisadores indígenas em seus projetos de estudos visando à autonomia de suas organizações e o cumprimento de uma política pública relativa ao etnodesenvolvimento desses povos.

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Posso tudo naquele que me fortalece!



Amigos, irmãos e guerreiros,

Tem uma frase bíblica que afirma:

"Posso tudo naquele que me fortalece!"

Do ponto de vista espiritual tem um sentido e do religioso um outro, mas no dia a dia isso serve para nos mostrar o caminho que queremos seguir, a forma de ser de cada um e de como nos vêem.

Nós Povos Indígenas amamos muito essa terra e respeitamos o grande Criador das águas, do vento, do sol e da vida. E assim nos sentimos fortalecidos.E assim assumimos o compromisso com a Mãe Terra e a Humanidade.

Marcos Terena

A PALAVRA INDÍGENA

  • AWIRI - Tudo bem em Karajá
  • KALIVONÓ - criança em Terena
  • KURUMIN - criança em Guarani
  • MANANI DIKUTÉ? Como se chama? Em Kayapó
  • ÚNATI - Como vai em Terena

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